Rosana Martinelli determina reforço no atendimento a famílias em vulnerabilidade e moradores em situação de rua

Em 30 dias, mais de duas mil cestas básicas foram entregues para famílias em situação de pobreza extrema e dezenas de moradores de rua foram acolhidos.

Trabalhar uma base sólida e comprometida para que todas as pontas do serviço público tenham respaldo na humanização. Uma estrutura construída ao longo de três anos de gestão da prefeita Rosana Martinelli em Sinop, e que hoje tem resultados práticos no atendimento de setores menos favorecidos do município, como a população em situação de vulnerabilidade.

 

Um modelo de atuação que permitiu à gestora desenvolver medidas emergenciais em uma situação totalmente inesperada, uma pandemia, momento pelo qual o mundo passa. Nesse caso, a base sólida diz respeito à estruturação dos Centros de Referência em Assistência Social (Cras) que passaram a atuar num mapeamento mais detalhado da situação de vulnerabilidade de Sinop. “Ter dados mais fidedignos da real situação de pobreza ou extrema pobreza pela qual passam muitas famílias sinopenses nos proporcionou conseguir agir de forma pontual em uma situação totalmente inesperada. Ou seja, não nos amedrontamos, pois sabíamos exatamente como, onde e quando agir”, explica a prefeita, citando ações emergenciais já executadas, como a doação de cestas básicas.

Desde o início da pandemia, em meados de março de 2020, a atenção dos Cras se voltou, especialmente, a garantir alimento para pessoas em situação de vulnerabilidade. “Hoje temos cerca de 16 mil pessoas nessa condição e sabemos quais as necessidades de cada grupo, os de extrema pobreza, os de pobreza, os de baixa renda. Assim criamos soluções para cada um”.

Para moradores de rua a atuação tem sido no sentido de abrigar essas pessoas, alimentar, tratar (no caso de dependência química) ou auxiliar no retorno para casa (no caso de imigrantes). Já para as famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza, a atenção tem sido no sentido de garantir o sustento, com o repasse de cestas básicas. “Com a atuação do Cras no mapeamento dessas questões, pudemos identificar as necessidades de cada grupo, por exemplo quem é autônomo. Todos pegos de surpresa nessa pandemia e que, da noite para o dia, ficaram sem trabalho. Identificamos também como podemos atuar e quando é necessário o auxílio da comunidade. Para garantir essas cestas básicas, abrimos canais para receber doações de quem pode ajudar. Canalizando isso para quem precisa da ajuda. Um ciclo que só foi possível visualizar a partir do trabalho de mapeamento desenvolvido ao longo desses três anos”, explica Rosana Martinelli.

Nesse sentido, mais de duas mil cestas básicas já foram repassadas a esses grupos e dezenas de moradores de rua foram acolhidos e seguem sendo acompanhados pela Assistência Social, somente nesse último mês. “Obviamente que ações assim sempre foram realizadas nesses três anos. Porém, nesse período, elas foram reforçadas e os resultados estão sendo satisfatórios”, comenta, citando o projeto Unir para Proteger, lançado no final de abril.

Atualmente, o município tem aproximadamente 16 mil famílias inscritas no Cadastro Único do Governo Federal e, deste universo, cerca de 10% (1,6 mil) vive em estado de pobreza extrema e com renda per capita de até R$ 89. Já 2,5 mil famílias do município estão na classificação de situação de pobreza, com renda per capita de até R$ 178 e recebem o Bolsa Família.

Acompanhe o trabalho daRosana Martinelli

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