MAIS MULHERES NA POLÍTICA É URGENTE E NECESSÁRIO

Mais uma eleição se aproxima. Desta vez, em um cenário atípico e ainda mais desafiador. Infelizmente, a presença da mulher neste panorama é cada vez menor. Mais mulheres na política é urgente e necessário.

88 anos após adquirir o direito ao voto e a serem eleitas para cargos públicos, temos, mesmo que a passos lentos, um avanço no debate referente as questões femininas e sua participação na política. Temas como maternidade, carreira, corpo, assédio, entre outros, vêm sendo discutidos.

No entanto, embora esse debate ocorra, a representatividade e participação da mulher na política ainda é baixa, e deixa muito a desejar, quando comparada com a atuação masculina.

MAIS MULHERES NA POLÍTICA É URGENTE E NECESSÁRIO

Por trás da baixa representatividade que tenho falado está um processo histórico, injusto, com viés machista e opressor advindo de tempos passados. Ainda temos dificuldades de ocupar nosso espaço e precisamos provar dia após dia nosso valor e competência.

Este ano, nós temos um desafio a cumprir e eu te convido a participar: aumentar o número de mulheres concorrendo a cargos públicos nas eleições de 2020.

Folder distribuído pelo Senado Federal incentiva a participação da mulher na política

VAMOS PENSAR…

Fonte: Senado Federal

NO ENTANTO, AS MULHERES SÃO MINORIA ENTRE AS ELEITAS

Fonte: Senado Federal

Os números mostram que nós, mulheres, não temos participado de modo igualitário de todo processo. Portanto, não estamos sendo representadas devidamente. A nossa presença, enquanto candidatas, nas próximas eleições é fundamental, urgente e necessária para a democracia.

Para se ter uma ideia, ainda segundo o Senado Federal, dos 5.568 municípios, 1.291 não possuem vereadoras e 1.963 têm apenas uma. Isso é um número baixo e preocupante.

COMO PODEMOS AUMENTAR NOSSA REPRESENTATIVIDADE?

A baixa representatividade traz graves consequências, impedindo mudanças sólidas na proposição e execução de políticas públicas eficazes.

Leis de incentivo foram criadas e desde 1998 a legislação assegura o espaço da mulher nas disputas eleitorais (cota mínima de 30% e máxima de 70% para candidatos homens e mulheres).

No entanto, como já comentamos, há algo mais profundo, enraizado que relaciona a mulher como um gênero inapto a comandar. Enganam-se, claro, nós mulheres somos administradoras por natureza.

Diariamente comandamos a casa, as contas, educamos os filhos e trabalhamos.

O estereótipo existe e nos desqualifica, muitas vezes de modo velado, como sendo frágeis física e emocionalmente. Reforçando, também, o discurso que não temos o interesse em participar.

ENTÃO, O QUE FAZER? –  É aqui que fica o meu convite a você, mulher sinopense, venha comigo fazer a diferença. Precisamos da força feminina à frente de decisões importantes. Somos capazes e nossa participação é urgente e necessária.

Acompanhe o trabalho daRosana Martinelli

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